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Estradar

Estrada por onde passam músicas, contos e crônicas de uma gente brasileira

Pra dizer adeus

Pra dizer adeus – Roberta Sá (Edu Lobo/Toquarto Neto)
Pra dizer adeus, publicado em 24 de outubro de 2007, surgiu por ocasião de funeral do pai de um amigo. Durante o cortejo, numa das ruas do cemitério, uma cena me comoveu. Vi um homem vestindo uma farda de motorista ou de cobrador de ônibus, não sei [...]

A terrível estória do besouro-bosta

Imagem: Vladstudio

Artur Perrusi
Conto aqui uma estória de ninar, contada na minha infância. Anos de análise depois, percebi que todos os meus problemas e traumas tinham relação com esse magnífico conto infantil. Acho interessante sua publicação, pois Dimas acaba de ser pai, sendo uma arte e um aprendizado educar, sem traumatizá-la, uma alma infantil. Espero que [...]

Estradar

Josias de Paula Jr.
Não me aventuro a discorrer sobre o blogue. Não! Não me acho qualificado a conceituar literatura. Proponho-me apenas arrolar alguns furtivos arrebatamentos produzidos por ele em mim e naqueles que, por alguma graça insondável, são de se comover com palavras.
Contar histórias talvez seja a mais imperiosa das necessidades humanas. E a mais [...]

Minhoca azul com bolinha rosa (chocante!)

Deus ou Darwin? Já viram com são parecidos?
Ana Cláudia
Sou atéia, mas também sou médium. As pessoas não acreditam em mim, pra falar a verdade, nem eu mesmo acredito bem direitinho. Acreditar, eu acredito, mas não é 100% de certeza. Fico pensando: como pode ter outra vida se não existe Deus, Diabo, Céu, Inferno e outros [...]

Um ano na estrada

Máquina 2 (Belchior)
Dimas Lins
Queria ser escritor. Mesmo que fosse um de fins de semana, embora preferisse ser daqueles contumazes que extraem o sustento da gastura dos dedos e do teclado. Seria a mistura perfeita entre trabalho e prazer. Afinal, haverá maior satisfação que a possibilidade de tocar com as palavras o coração das pessoas? Quem [...]

Pau que nasce torto

Uns (Caetano Veloso)
Dimas Lins
Pau que nasce torto, não precisa morrer torto. Há jeito para tudo na vida. Para a morte também. Ao menos para Norberto, que cria na morte como uma passagem para outro estágio espiritual.
Ele sempre teve um coração de ouro. Quando menino, ajudava a mãe nos afazeres domésticos, sem que ela pedisse. Fazia [...]