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	<title>Comentários sobre: Notícias de lá</title>
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	<description>Estrada por onde passam músicas, contos e crônicas de uma gente brasileira</description>
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		<title>Por: Jonas Duarte</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/01/15/noticias-de-la-2/comment-page-1/#comment-652</link>
		<dc:creator>Jonas Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 18:11:04 +0000</pubDate>
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		<description>Dimas,

Crônica de primeira linha. Estou me familiarizando com os textos, mas a ideia da morte captada pela sua pena, pareceu-me, inusitada, e por isso, muito boa. As crônicas bacanissimas, dignas de vir a lume em livro.
Parabéns</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dimas,</p>
<p>Crônica de primeira linha. Estou me familiarizando com os textos, mas a ideia da morte captada pela sua pena, pareceu-me, inusitada, e por isso, muito boa. As crônicas bacanissimas, dignas de vir a lume em livro.<br />
Parabéns</p>
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		<title>Por: Kalina</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/01/15/noticias-de-la-2/comment-page-1/#comment-614</link>
		<dc:creator>Kalina</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 12:21:03 +0000</pubDate>
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		<description>Sem querer reduzir a genialidade do texto, acho que uma frase sintetiza bem a essência dele: somos impotentes diante da morte. Foi essa a sensação que tive quando vi (e senti) o choro incontido, o grito que rasgou a trajetória da morte, o desejo de que um ente querido fique. É assim. Lidar com o luto nos deixa num desânimo penoso porque, no fundo, somos tão frágeis quanto a penumbra em que a personagem apareceu. Efemeridades à parte, o texto procura desmitificar a idéia da morte, levando-nos a refletir que a experiência com essa &quot;personagem&quot; é única, é particular. Eu achei sensacional o fato de o rosto dessa personagem, na verdade, ser um espelho que reflete a imagem dos entes queridos. Achei genial porque, de fato, quando pensamos na morte a primeira coisa que nos vem à mente são os rostos sorridentes daqueles que amamos tanto e que se foram! Quero parabenizar, pois poucas pessoas sabem trabalhar a morte em enfoques tão díspares e você sempre consegue um novo olhar, uma nova postura, um novo enfoque para um tema tão falado na Literatura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem querer reduzir a genialidade do texto, acho que uma frase sintetiza bem a essência dele: somos impotentes diante da morte. Foi essa a sensação que tive quando vi (e senti) o choro incontido, o grito que rasgou a trajetória da morte, o desejo de que um ente querido fique. É assim. Lidar com o luto nos deixa num desânimo penoso porque, no fundo, somos tão frágeis quanto a penumbra em que a personagem apareceu. Efemeridades à parte, o texto procura desmitificar a idéia da morte, levando-nos a refletir que a experiência com essa &#8220;personagem&#8221; é única, é particular. Eu achei sensacional o fato de o rosto dessa personagem, na verdade, ser um espelho que reflete a imagem dos entes queridos. Achei genial porque, de fato, quando pensamos na morte a primeira coisa que nos vem à mente são os rostos sorridentes daqueles que amamos tanto e que se foram! Quero parabenizar, pois poucas pessoas sabem trabalhar a morte em enfoques tão díspares e você sempre consegue um novo olhar, uma nova postura, um novo enfoque para um tema tão falado na Literatura.</p>
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		<title>Por: Perrusi</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/01/15/noticias-de-la-2/comment-page-1/#comment-611</link>
		<dc:creator>Perrusi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 22:57:29 +0000</pubDate>
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		<description>Já tentei ver a Morte como uma gatinha meio sapeca, jeito meio punk, um tanto irônica, mas, no fundo, uma boa pessoa. Porém, findei desistindo dessa imagem -- talvez, seja a velhice. Por isso, acho que nada nesse mundo pode nos familiarizar ou, melhor, reconciliar-nos com a morte, e muito menos &quot;lhe arrancar, pelas lágrimas, sua finalidade&quot;.

Mas foi uma bela tentativa, meu velho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já tentei ver a Morte como uma gatinha meio sapeca, jeito meio punk, um tanto irônica, mas, no fundo, uma boa pessoa. Porém, findei desistindo dessa imagem &#8212; talvez, seja a velhice. Por isso, acho que nada nesse mundo pode nos familiarizar ou, melhor, reconciliar-nos com a morte, e muito menos &#8220;lhe arrancar, pelas lágrimas, sua finalidade&#8221;.</p>
<p>Mas foi uma bela tentativa, meu velho.</p>
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