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	<title>Comentários sobre: Amor e paixão: a velha dupla que nunca fará as pazes</title>
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	<description>Estrada por onde passam músicas, contos e crônicas de uma gente brasileira</description>
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		<title>Por: Adjany</title>
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		<dc:creator>Adjany</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:26:07 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que o amor seja uma fantasia, daquelas em que nos projetamos plenos, saciados, nosso imaginário em busca de uma realização perfeita, uma obra prima. Mesmo acreditando dessa forma, também compartilho essa sua angústia - senti uma agressividade no seu texto que adorei -, uma quase revolta por não ter sido agraciada com a plenitude... mas, sem as paixões(de toda sorte)onde estaríamos? De que serviríamos?
Que bom, de certa forma, que o imaginário existe como necessário, tangível, porque assim não desperdiçamos nenhuma paixão enquanto partimos ao seu encontro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que o amor seja uma fantasia, daquelas em que nos projetamos plenos, saciados, nosso imaginário em busca de uma realização perfeita, uma obra prima. Mesmo acreditando dessa forma, também compartilho essa sua angústia &#8211; senti uma agressividade no seu texto que adorei -, uma quase revolta por não ter sido agraciada com a plenitude&#8230; mas, sem as paixões(de toda sorte)onde estaríamos? De que serviríamos?<br />
Que bom, de certa forma, que o imaginário existe como necessário, tangível, porque assim não desperdiçamos nenhuma paixão enquanto partimos ao seu encontro.</p>
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		<title>Por: antônio medeiros</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/11/23/amor-e-paixao-a-velha-dupla-que-nunca-fara-as-pazes/comment-page-1/#comment-827</link>
		<dc:creator>antônio medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:34:23 +0000</pubDate>
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		<description>Valeu, Kalina, você diz bem, manda ver um critério de sua percepção em forma de crônica – que bom</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valeu, Kalina, você diz bem, manda ver um critério de sua percepção em forma de crônica – que bom</p>
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		<title>Por: Jobson</title>
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		<dc:creator>Jobson</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:38:47 +0000</pubDate>
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		<description>Só tenho uma coisa a dizer sobre amor e paixão, vivi varias paixões mas só um amor e faz tempo, ora está perto, ora está longe!!! Bjoka!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só tenho uma coisa a dizer sobre amor e paixão, vivi varias paixões mas só um amor e faz tempo, ora está perto, ora está longe!!! Bjoka!</p>
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		<title>Por: Magna</title>
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		<dc:creator>Magna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:05:59 +0000</pubDate>
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		<description>Kalina, já disseram que quando virmos o amor face a face, seremos anjos. É mais confortável para mim pensar no cotidiano, não fica tão distante. Por isto, prefiro seguir aprendendo, uma hora errando, outra acertando, mas todas sem procurar muitas definições. &#039;Não ter amado&#039; é muitas vezes, como me parece a tua, uma constatação tranquila e indício do terreno que se quer seguir (isto é bom); noutra vezes, uma forma de dizer para o &quot;ex-amor&quot;: &quot;eu não te amei, foi só paixão&quot; (isto me parece mais afirmar o amor do que negá-lo). 
Vamos seguindo, então, com os encontros e, quando não der mais, despedidas.
Beijo.
Magna
Obs.:ah, sou meio desconfiada com pesquisas americanas...há algumas vezes variáveis que escapam aos estudiosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kalina, já disseram que quando virmos o amor face a face, seremos anjos. É mais confortável para mim pensar no cotidiano, não fica tão distante. Por isto, prefiro seguir aprendendo, uma hora errando, outra acertando, mas todas sem procurar muitas definições. &#8216;Não ter amado&#8217; é muitas vezes, como me parece a tua, uma constatação tranquila e indício do terreno que se quer seguir (isto é bom); noutra vezes, uma forma de dizer para o &#8220;ex-amor&#8221;: &#8220;eu não te amei, foi só paixão&#8221; (isto me parece mais afirmar o amor do que negá-lo).<br />
Vamos seguindo, então, com os encontros e, quando não der mais, despedidas.<br />
Beijo.<br />
Magna<br />
Obs.:ah, sou meio desconfiada com pesquisas americanas&#8230;há algumas vezes variáveis que escapam aos estudiosos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Josias de Paula Jr.</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/11/23/amor-e-paixao-a-velha-dupla-que-nunca-fara-as-pazes/comment-page-1/#comment-823</link>
		<dc:creator>Josias de Paula Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:36:14 +0000</pubDate>
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		<description>Kalina, temos quase a mesma idade e, provavelmente, experiências similares. Penso que o amor, quase sempre, se revela em retrospecto: na tranquilidade de se saber que não se perdeu tempo com o rumo escolhido; na calma um tanto estóica de se assmuir as renúncias necessárias. Há naquela canção, penso, uma bela metáfora sobre o amor e a paixão (&quot;Abelha fazendo mel/Vale o tempo que não voou...&quot;). Há um poema de fernando Pessoa - &quot;Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio&quot; - que, por uma forma diferente, sinaliza o mesmo. Não te conheço para sustentar firmemente que nunca conheceste o amor... Se não, certamente ainda irás tê-lo &quot;cara a cara&quot;, como dizes. Pessoas sensíveis assim como você não passam a vida idiferentes a ele... Por ora, deixo-te um poeminha de Leminski:

&quot;Sossega coração
Ainda não foi agora
A confusão prossegue
Sonhos afora
Calma calma
Logo mais a gente goza
Perto do osso
A carne é mais gostosa&quot;

Um abraço fraterno pra ti.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Kalina, temos quase a mesma idade e, provavelmente, experiências similares. Penso que o amor, quase sempre, se revela em retrospecto: na tranquilidade de se saber que não se perdeu tempo com o rumo escolhido; na calma um tanto estóica de se assmuir as renúncias necessárias. Há naquela canção, penso, uma bela metáfora sobre o amor e a paixão (&#8220;Abelha fazendo mel/Vale o tempo que não voou&#8230;&#8221;). Há um poema de fernando Pessoa &#8211; &#8220;Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio&#8221; &#8211; que, por uma forma diferente, sinaliza o mesmo. Não te conheço para sustentar firmemente que nunca conheceste o amor&#8230; Se não, certamente ainda irás tê-lo &#8220;cara a cara&#8221;, como dizes. Pessoas sensíveis assim como você não passam a vida idiferentes a ele&#8230; Por ora, deixo-te um poeminha de Leminski:</p>
<p>&#8220;Sossega coração<br />
Ainda não foi agora<br />
A confusão prossegue<br />
Sonhos afora<br />
Calma calma<br />
Logo mais a gente goza<br />
Perto do osso<br />
A carne é mais gostosa&#8221;</p>
<p>Um abraço fraterno pra ti.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Hérlon Fernandes Gomes</title>
		<link>http://www.estradar.com/2009/11/23/amor-e-paixao-a-velha-dupla-que-nunca-fara-as-pazes/comment-page-1/#comment-821</link>
		<dc:creator>Hérlon Fernandes Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 22:26:02 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que essa sua angústia não é desacompanhada: muitos também não amaram de verdade. O amor é desses sentimentos raros, tal qual a felicidade plena (vai ver só exista em nossos ideais). A gente espera que a paixão fugaz se constitua em algo mais perene, mais tranquilo e conserve ainda a quentura própria da paixão... Penso ser difícil reconhecer cara a cara quando o amor estiver em nossas vidas; enquanto isso, encantemo-nos com o brilho dos pseudo-amores!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que essa sua angústia não é desacompanhada: muitos também não amaram de verdade. O amor é desses sentimentos raros, tal qual a felicidade plena (vai ver só exista em nossos ideais). A gente espera que a paixão fugaz se constitua em algo mais perene, mais tranquilo e conserve ainda a quentura própria da paixão&#8230; Penso ser difícil reconhecer cara a cara quando o amor estiver em nossas vidas; enquanto isso, encantemo-nos com o brilho dos pseudo-amores!</p>
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