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	<title>Estradar &#187; Bobagens e meninices</title>
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	<description>Estrada por onde passam músicas, contos e crônicas de uma gente brasileira</description>
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		<title>Aquarela</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 03:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dimas Lins</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Please open the article to see the flash file or player.)
Confesso que já estou no clima de ser papai. Por isso, enquanto faço os últimos ajustes para o nascimento da minha filha, deixo este vídeo para vocês.
Que venham o trabalho e as noites sem dormir. Estou pronto.
Um abraço a todos,
Dimas
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<p>Confesso que já estou no clima de ser papai. Por isso, enquanto faço os últimos ajustes para o nascimento da minha filha, deixo este vídeo para vocês.</p>
<p>Que venham o trabalho e as noites sem dormir. Estou pronto.</p>
<p>Um abraço a todos,</p>
<p>Dimas</p>
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		<title>Querer bem</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 03:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dimas Lins</dc:creator>
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Lobo bobo &#8211; Emílio Santiago (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli)
Dimas Lins

- Não, não e não! &#8211; protestou o garotinho ao deduzir que a vovozinha iria ser comida pelo lobo mau.
- Mas a estória é assim mesmo, filho! &#8211; defendeu-se a mãe.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://www.estradar.com/wp-content/uploads/2007/10/sonho.jpg" alt="sonho.jpg" width="310" height="323" /></p>

<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">Lobo bobo &#8211; Emílio Santiago (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli)</span></p>
<p><strong>Dimas Lins<br />
</strong><br />
- Não, não e não! &#8211; protestou o garotinho ao deduzir que a vovozinha iria ser comida pelo lobo mau.</p>
<p>- Mas a estória é assim mesmo, filho! &#8211; defendeu-se a mãe.</p>
<p>Não importava. Ela que contasse de outro jeito que daquele não servia. Por acaso não teria a mãe sentimentos? Afinal, não há nada mais terrível do que ter uma mulher idosa, que muito bem poderia ser a sua avó, devorada por um lobo.</p>
<p>E não adiantou a mãe prometer ao filho que a vovó ficaria bem. Não ficaria. Como poderia uma velhinha ficar confortável no bucho do bicho? E não era só uma questão de espaço. Havia que levar em consideração a mastigação do lobo, pois seus dentes afiados certamente machucariam a vovó.</p>
<p>A mãe, vendo a agitação do filho, um menininho de apenas cinco anos de idade, chegou ainda mais perto, deu-lhe um beijo na testa e ajeitou-lhe no edredom.</p>
<p>- Querido, se o lobo mau não comer a vovó, como ele poderá se passar por ela, quando Chapeuzinho vermelho chegar, hein?</p>
<p>Não sabia responder. Não era ele quem contava a estória, mas sua mãe. Portanto, ela que pensasse em alguma coisa. Que mandasse a vovó passear no shopping na hora que o lobo fosse a sua casa. Isso mesmo! Assim, sem encontrar a velha, o lobo mau poderia se disfarçar à vontade, sem precisar devorar ninguém.</p>
<p>- Meu filho, shopping na floresta?! Tenha paciência!</p>
<p>Não tinha. Não deixaria o lobo levar a melhor só porque a mãe não queria construir um shopping na mata. Que construísse! O que importava era tirar a boa senhora de casa. É claro que a mamãe ainda tentou argumentar que a vovó estava doente e pessoas doentes não vão passear no shopping. Então que fosse a um hospital, ora bolas!</p>
<p>Percebendo o filho agitado e, cada vez mais, com menos chances de dormir cedo, resolveu, vendo as horas se passando velozes, abrir mão da versão original da estória e mandou a vovó se tratar num hospital. A partir daí, tudo correu bem. Até, é claro, a hora de o lobo mau comer a Chapeuzinho.</p>
<p>O garotinho não deixou o lobo comer a avó, por que deixaria que comesse Chapeuzinho? Isso é que não! Se dependesse dele, o bichano passaria fome. Fome não! Não precisaria ser cruel com o lobo. Que fosse comer biscoitos! Claro que a mãe, mais uma vez, protestou.</p>
<p>- Filhão, deixa disso! Chapeuzinho vai viver feliz para sempre, te garanto! &#8211; antecipou a mãe o final da estória, já impaciente com as intervenções do rebento.</p>
<p>Duvidava que Chapeuzinho, assim como a vovó, pudesse ser feliz dentro da barriga de um animal. Mas o coração apertou mesmo quando a mãe lhe comunicou que um caçador abriria a barriga do lobo para salvar a menina. O lobo mau, coitado, não merecia isso. Protestou e pediu a mãe outra solução. E se o caçador chegasse antes do lobo engolir Chapeuzinho? Neste caso, não seria necessário abrir a barriga de ninguém.</p>
<p>- Filho, você já está mudando a estória de novo. Assim não dá!</p>
<p>Mas era tarde demais. Já estava decidido. O caçador chegaria antes. Melhor ainda, não seria um caçador, mas um médico, pois, de quebra, ainda cuidaria da doença da vovó. Ah! Seria bom também que o lobo não fosse mau. Melhor que fosse um cachorrinho de estimação de Chapeuzinho, mais interessado em afagos e brincadeiras do que em comer pessoas inocentes.</p>
<p>Como o que importava era o sono do garoto, a mãe mudou novamente a estória. Agora, todos os personagens seriam felizes para sempre, desde o início.</p>
<p>- Era uma vez&#8230;</p>
<p>E foi só desse jeitinho, com a estória totalmente modificada que ele, finalmente, conseguiu dormir em paz e a mamãe pôde então seguir para o seu quarto. No caminho, ainda cansada, sorriu das bobagens do filho, que era incapaz de querer mal a alguém. Mesmo que esse alguém fosse apenas um personagem de estória infantil.</p>
<hr /><em>Para João Vinícius, que desde criança só aprendeu a querer bem.</em></p>
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